Olá pessoas,
Hoje o dia foi beem corrido, chegar ao escritório, tomar café e correr para o hospital para acompanhar uma das beneficiárias. No caminho ficamos sabendo que a beneficiária já estava no hospital, mas não sabíamos aonde, chegando lá batemos todos os lugares, mas no final a achamos. Como Joaquina já trabalhou lá no hospital, ela conhece tudo e todos, então para mim foi ótimo, conheci todos os lugares e fiquei bem admirada. O hospital é enoooorme, muito grande mesmo, e ai têm vários prédios, cada um com uma especialidade, tem laboratório, banco de sangue, tem tudo. Em termo de higiene também é bem arrumadinho, muitos cartazes informativos na parede, sofre higiene, tuberculose, SIDA... Os enfermeiros e técnicos todos de máscara, luvas, bem organizado mesmo, mas como todo hospital público o acesso é bem difícil, mas se você conhecer alguém que trabalhe fica tudo mais fácil, auuhahhaahu. Muitos médicos de fora, o quadro médico daqui ainda é bem pequeno, então eles ainda precisam de muita gente de fora, e eles ainda fazem assim, quando a pessoa se forma na universidade ela é obrigada a passar dois anos nos hospitais públicos daqui. Depois voltei para o escritório e só deu tempo de lavar as mãos e o rosto, ai chegou um pessoal da LWF, a federação mundial luterana, para pegar alguém do projeto para ir com eles no bairro do Hulene na associação de moradores para saber sobre a questão das chuvas, ai fui junto também. Como choveu muito, muitas famílias tiveram que sair de suas casas, e o grau foi tão sério que chegou a nível da ONU, então eles estavam fazendo um levantamento nos bairros mais atingidos para saber como ajudar e amenizar o sofrimentos das pessoas. Depois que voltei para o escritório almocei e logo em seguida fui com Sônia, outra staff do projeto em uma escola para tentar resolver a situação de um menino, pq assim, aqui se você reprova, que aqui falam chumbar, duas vezes a escola não aceita mais sua matricula, ai fomos lá tentar negociar, mas ai o diretor não estava, então só fizemos deixar o ofício. O engraçado não foi nada, era os menininhos da escola todos olhando para mim, chamando de mulungo, que é branco no dialeto deles, e rindo, eu fui uma atração, kkkkkkkkkkkkk. Saindo da escola, passamos no escritório, pegamos minhas coisas, fomos na sede da LWF para encadernar os cadernos dos ativistas e fui para casa \o/ Cheguei morta, mas ai amanhã é aniversario de uma menina que chegou do Brasil essa semana e a gente vai para casa de um argentino comemorar. Hoje recebi o convite para passar o final de semana na casa de tia Joaquina, a enfermeira aqui do projeto, acho que vou para viver uma realidade familiar ;D
É isso pessoas lindas, até domingo, pois amanhã ficarem sei net, então só domingo! E só faltam 15 dias ;D
Nenhum comentário:
Postar um comentário